Mostrando postagens com marcador Artes Plásticas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artes Plásticas. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de junho de 2012

A arte da pintura

Lendo um livro sobre a história da arte, deparei-me com este quadro.


A arte da pintura - Johanes Vermeer (fonte: wikipedia)

"Arte da Pintura" ou "A Alegoria da Pintura" ou "O Pintor no seu Estúdio" é uma famosa pintura a óleo sobre tela, do século XVII do pintor holandês Johannes Vermeer. Muitos historiadores da arte acreditam que a pintura é uma alegoria, daí o título alternativo«. É a maior e a mais complexa de todas as obras de Vermeer. A pintura é famosa por ser uma das favoritas de Vermeer, e também é um belo exemplo do estilo de pintura óptica, oferecendo uma representação visual realista da cena e, especialmente, os efeitos de luz que flui através das janelas de nos vários elementos da pintura.
A pintura está em exposição no Museu Kunsthistorisches de Viena, Áustria, desde que foi adquirida pelo governo austríaco em 1946.

História

A pintura é considerada uma obra de importância para o artista, porque o pintor nunca a quis vender, mesmo quando estava em dívida. Em 1676, sua viúva, Catarina deixou de herança para sua mãe, Maria Thins, numa tentativa de evitar a venda da pintura a satisfazer os credores. O contabilista dos bens de Vermeer, o famoso fabricante de microscópios de Delft Anton van Leeuwenhoek, determinou que a transferência da obra do pintor para a sua cunhada era ilegal.
Não se sabe a quem pertenceu a pintura no século XVIII. Finalmente foi adquirido pelo médico holandês Gerard van Swieten. A pintura foi então herdado pelo também famoso Gerard, filho de Gottfried van Swieten, e mais tarde passou para as mãos dos herdeiros de Gottfried.[3] Em 1813, foi comprado por 50 florins pelo conde Czernin. Vermeer era pouco conhecido até o final do século XIX. Foi a intervenção de um estudioso de Vermeer, o francês Thoré Bürger e o historiador de arte alemão Gustav Friedrich Waagen que foi finalmente reconhecido como um original de Vermeer.[4] Foi colocado em exposição pública no Museu Czernin, em Viena.

Interesse Nazi

Após a invasão nazi da Áustria, altos oficiais nazis, incluindo Reichsmarschall Hermann Göring tentaram adquirir a pintura. Finalmente, foi adquirida ao então proprietário, o Conde Jaromir Czernin por Adolf Hitler para a sua colecção pessoal, pelo preço de 1.650 mil Reichsmark através de seu agente, Hans Posse, em 20 de Novembro de 1940.[5] A pintura foi resgatada de uma mina de sal no fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, onde foi preservada dos bombardeiros dos Aliados, com outras obras de arte.



Os americanos apresentaram a pintura ao governo austríaco em 1946, desde que a família Czernin foi acusada de ter vendido a pintura de forma voluntária, sem a força excessiva de Hitler. É agora propriedade do Estado da Áustria.

terça-feira, 12 de junho de 2012

A dança - Henri Matisse (1909)

 
Para Matisse, as figuras interessam como formas que constituem uma composição.Observe nesse quadro como as figuras humanas,o céu ao fundo e a terra formam um todo.Veja o emprego simples,mas intenso,das cores: o azul forte do céu,o verde da terra e o vermelho dos corpos.Note ainda a impressão de movimento que temos ao olhar as figuras que dançam entre o céu e a terra.Repare nos pés e nos braços das figuras:cada uma delas parece continuar o movimento inicido pela outra,como numa roda que gira sem interrupção.

"Em Henri Matisse a profusão de cores se faz presente. Utilizava a cor como meio mais de expressão do que de discrição e desdenhava as regras convencionais. A cor teve papel fundamental na sua obra. Nessa obra “A dança” permite o azul emergir como azul absoluto, e o mesmo vale para o verde da terra, para o vermelho vibrante dos corpos (Argan, 1992:154). "

Dentro do esquema cromático, no processo da escolha das cores  buscam expressividade em cada cor e seu valor absoluto: o azul absoluto; o vermelho, um vermelho absoluto; o amarelo, um amarelo absoluto; o verde, um verde absoluto, tudo isso respeitando a natureza peculiar da tinta ali se sobrepondo, camadas sobre camadas.

".O azul – “a cor do céu, sem nuvens, dá sensação do movimento para o infinito”, de acordo com Farina (2000). Presente aqui abre  a permissão para que cada espectador o sinta como um sentimento profundo, uma intelectualidade, uma verdade. Amarelo – simboliza a cor da luz irradiante em todas as direções. Preso... não. É lhe permitindo a busca, a expansão, e a luta por não se isolar. Permite-se a expectativa. Está presente a iluminação: o farol que me guiará para o ponto desejado – ela me ilumina... quero chegar até lá ... Vermelho “simboliza a cor de aproximação de encontro”, segundo Farina (2000). O vermelho que me circunda no amarelo é o calor é coragem, a alegria é a excitação, e a paixão que me impulsiona para que o eu não se  sinta um ser estático. Estou em movimento, aceito a mudança, sou cercada por impulso dinâmico ao que me impelem para uma busca de realizações maiores."

Dos pintores Fauvistas,Henri Matisse (1869-1954) foi sem dúvida,o mais expressivo.Destacou-se pela despreocupação com o realismo tanto nas formas quanto nas cores.Em sua obra,os objetos representados são menos importantes que a maneira de representá-los.

Fonte: http://artefontedeconhecimento.blogspot.com.br/2010/07/danca-1909-henri-matisse.html

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Para conhecer melhor: as pinturas de Van Gogh


Eu tenho Van Gogh como um dos pintores que mais admiro. Não sou profundo conhecedor de sua obra (espero ainda ter tempo para poder me dedicar a isso), mas já faz um tempo que comecei a gostar de suas pinturas: nos tempos de escola, uma professora de Artes pediu, de trabalho de bimestre, que fizéssemos uma réplica de um quadro. Eu fui escolher A Igreja de Auvers e trabalhei com giz pastel pra tentar uma modesta cópia dos traços do holandês. Aí começou uma relação de admiração com seus quadros que continua até hoje.

Um momento emocionante foi quando eu vi o próprio quadro ao vivo, no Museu de Orsay, em Paris. E em outras duas oportunidades pude ver outra de suas famosas obras, Os Girassóis, na National Gallery, em Londres.

Acredito que é de grande valia conhecer um pouco mais da vida e obra de Van Gogh. Quem sabe você fique tão fã quanto eu.

A vida de Van Gogh
Van Gogh é considerado um dos principais representantes da pintura mundial. Nasceu na Holanda, no dia 30 de março de 1853. Teve uma irmã e um irmão chamado Theo. Com este irmão, estabeleceu uma forte relação de amizade. Através das cartas que trocou com com o irmão, os pesquisadores conseguiram resgatar muitos aspectos da vida e do trabalho do pintor.

Biografia 
Começou a atuar profissionalmente ainda jovem, por volta dos 15 anos de idade. Trabalhou para um comerciante de arte da cidade de Haia. Com quase vinte anos, foi morar em Londres e depois em Paris, graças ao reconhecimento que teve. Porém, o interesse pelos assuntos religiosos acabou desviando sua atenção e resolveu estudar Teologia, na cidade de Amsterdã.  Mesmo sem terminar o curso, passou a atuar como pastor na Bélgica, por apenas seis meses. Impressionado com a vida e o trabalho dos pobres mineiros da cidade, elaborou vários desenhos à lápis.

Resolveu retornar para a cidade de Haia, em 1880, e passou a dedicar um tempo maior à pintura. Após receber uma significativa influência da Escola de Haia, começou a elaborar uma série de trabalhos, utilizando técnicas de jogos de luzes. Neste período, suas telas retratavam a vida cotidiana dos camponeses e os trabalhadores na zona rural da Holanda.

O ano de 1886, foi de extrema importância em sua carreira. Foi  morar em Paris, com seu irmão. Conheceu, na nova cidade, importantes pintores da época como, por exemplo, Emile Bernard, Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Edgar Degas, representantes do impressionismo.  Recebeu uma grande influência destes mestres do impressionismo, como podemos perceber em várias de suas telas

Dois anos após ter chegado à França, parte para a cidade de Arles, ao sul do país. Uma região rica em paisagens rurais, com um cenário bucólico. Foi neste contexto que pintou várias obras com girassóis.  Em Arles, fez único quadro que conseguiu vender durante toda sua vida : A Vinha Encarnada. 

Convidou Gauguin para morar com ele no sul da França. Este foi o único que aceitou sua idéia de fundar um centro artístico naquela região. No início, a relação entre os dois era tranqüila, porém com o tempo, os desentendimentos foram aumentando e, quando Gauguin retornou para Paris, Vincent entrou em depressão.  Em várias ocasiões teve ataques de violência e seu comportamento ficou muito agressivo. Foi neste período que chegou a cortar sua orelha. 

Seu estado psicológico chegou a refletir em suas obras. Deixou a técnica do pontilhado e passou a pintar com rápidas e pequenas pinceladas. No ano de 1889, sua doença ficou mais grave e teve que ser internado numa clínica psiquiátrica. Nesta clínica, dentro de um mosteiro, havia um belo jardim que passou a ser sua fonte de inspiração. As pinceladas foram deixadas de lado e as curvas em espiral começaram a aparecer em suas telas 

No mês de maio, deixou a clínica e voltou a morar em Paris, próximo de seu irmão e do doutor Paul Gachet, que iria lhe tratar. Este doutor foi retratado num de seus trabalhos: Retrato do Doutor Gachet. Porém a situação depressiva não regrediu. No dia 27 de julho de 1890, atirou em seu próprio peito. Foi levado para um hospital, mas não resistiu, morrendo três dias depois.

Retrato do Dr. Gachet (1890): uma das obras mais famosas de Van Gogh


Principais obras de Van Gogh:
- Os comedores de batatas (1885)
- Caveira com cigarro acesso (1886)
- A ponte Debaixo de Chuva
- Natureza morta com absinto
- A italiana (1887)
- A vinha encarnada
- A casa amarela (1888)
- Auto-retratos
- Retrato do Dr. Gachet
- Girassóis
- Vista de Arles com Lírios
- Noite Estrelada
- O Escolar
- O velho moinho (1888)
- Oliveiras (1889)
- Vista de Arles, Pomar em flor
- A Igreja de Auvers 

Curiosidades da vida de Van Gogh:
- Durante sua vida, Vicent Van Gogh não conseguiu vender nenhuma de suas obras de arte.
- No final do ano de 1888, Van Gogh cortou a orelha direita. Alguns biógrafos da vida do artista afirmam que o ato foi uma espécie de vingança contra sua amante Virginie, depois que Van Gogh descobriu que ela estava apaixonada pelo artista Paul Gauguin. De acordo com esta versão, Van Gogh teria enviado a orelha ensanguentada, dentro de um envelope, para a amante.
Fonte: http://www.suapesquisa.com/vangogh3/








sábado, 29 de outubro de 2011

Adeline de Monseignat

Adeline de Monseignat é uma nova artista contemporânea em ascensão que vive e trabalha em Londres, Inglaterra. A artista procura criar uma tensão de modo a atrair atenção. Seu trabalho é equipado de um certo "je ne sais quoi", uma sutil sensualidade que provoca os sentidos do observador, sempre encorajado a tocar suas esculturas e instalações. Desta forma, Monseignat utiliza a interatividade e materiais orgânicos como café, pão, cascas de ovo e pele de brechó. Adeline de Monseignat desenvolve cenários peculiares, como por exemplo ovos magnetizados em pé sozinhos ou paredes brancas que se tornam fertéis e vivas. Seu trabalho gira em torno de temas de feminilidade, fertilidade e os sentidos; tópicos sisudos frequentemente tratados com um bocado de humor.



Fonte: Noo Magazine

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Bienal de Curitiba





Começou há duas semanas a sexta VentoSul, a Bienal de Curitiba. A mostra vai até Novembro e traz como tema Além da Crise. Segundo o site oficial do evento, a etimologia explica que "a palavra "crise" é tomada em seu sentido mais instigador e sugestivo, como momento crucial que, diante de uma mudança brusca de paradigma, exige decisões, posições e imagens novas. O termo "além da" não significa exatamente "depois da", mas quer dizer que aponta para um lugar intermediário, um desdobramento ou um terceiro lugar de onde se pode ver a crise de dentro/fora."


Com exposições espalhadas pela cidade inteira, a bienal só vem a contribuir com a programação cultural da cidade. Tive a oportunidade de ir conferir as exposições no Museu Oscar Niemeyer e garanto que valem a pena - esculturas, fotografias, uma série de vídeos, montagens e pinturas fazem parte do conjunto das obras expostas. 

A programação completa pode ser conferida aqui.

Café do Paço





O Paço Municipal é um espaço cultural em Curitiba que vale a pena ser visitado. Em pleno centro da cidade, o prédio que abrigava antes um museu foi recentemente revitalizado e possui uma constante programação entre artes plásticas, cinema, música e teatro. Mas além das artes é possível se apreciar um bom café no Café do Paço. Com sua bonita decoração, o lugar mantém o charme da idade da construção, mantendo elementos antigos na sua decoração.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Vem aí: Biophilia

A cantora/compositora islandesa Björk lança, depois de um jejum de 4 anos, um novo álbum de estúdio. Nomeado Biophilia, o disco faz parte de um projeto de exposição multimídia que será exposta, inicialmente, em Manchester, no Reino Unido. Björk não fará uma turnê para divulgação do álbum: somente alguns poucos shows no UK, para quem tiver a sorte de ir.

Como parte da divulgação antes do lançamento, uma série de podcasts e vídeos está sendo postada no site oficial da cantora. Abaixo, uma prévia da música Crystalline.

björk: road to crystalline from Björk on Vimeo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Alexander McQueen: Savage Beauty

O Metropolitan Museum of Art (MET), de Nova York, abriu a exposição Savage Beauty, mostrando a obra do inglês Alexander McQueen. O estilista ficou famoso por sua exuberância nas coleções em seus 19 anos de trabalho. O designer formou-se pela Central Saint Martins, em Londres, e chegou a trabalhar para marcas como a Givenchy.

Alexander faleceu, mas seu legado é grande, e esta exposição, com mais de cem de suas criações, vem a ressaltar ainda mais sua relevância para a história da moda.

Mais detalhes podem ser encontrados no site do MET: http://blog.metmuseum.org/alexandermcqueen/

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O quadro mais caro do mundo

No. 5, 1948 é considerado o quadro mais caro do mundo: a obra de 1948 do norte-americano Jackson Pollock foi adquirida por 140 milhões de dólares em 2006.

Para conhecer a lista dos outros quadros que estão entre os mais caros já arrematados em leilões, clique aqui.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Fernando Botero no MON

O Museu Oscar Niemeyer em Curitiba está com uma exposição imperdível: Dores da Colômbia, com obras do colombiano Fernando Botero. As pinturas são fruto de uma produção recente do artista (1999-2004) e refletem a violência que o país enfrenta com suas guerrilhas, narcotráfico e terrorismo. Botero afirma que é contra a utilização da arte como manifesto, mas neste caso abriu uma exceção para levar ao mundo a triste realidade colombiana.

Uma grande oportunidade para ver obras do famoso pintor, que geram, além de admiração por sua arte, uma reflexão profunda sobre as dores que os civis sofreram e sofrem no seu país.

sábado, 7 de maio de 2011

Cinema em Lego por Alex Eylar

Alex Eylar é um estudante que nas horas vagas reconstrói cenas de famosos filmes com peças de Lego.




Para conferir mais do trabalho dele é só clicar aqui.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Le chat noir

Você já deve ter visto esta figura, ainda mais se já foi à Paris.

Mas muita gente não sabe exatamente do que se trata. O Chat Noir foi um cabaré / clube noturno localizado no bairro boêmio de Montmartre. Foi aberto em 1881 e fechou suas portas em 1897, quando Rodolphe Salis, seu dono, faleceu.

O desenho famoso do gato negro que se vê aí foi um famoso poster da casa, desenhado pelo artista Théophile Steilen. O poster foi a divulgação de uma turnê que as dançarinas do cabaré fariam por várias cidades francesas.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A arte de David Gerstein

Nascido em Jerusalém e tendo estudado em New York, atualmente professor em Israel, David Gerstein faz arte que é exposta em várias partes do mundo. Faz esculturas e pinturas em que o destaque é nas cores fortes, tentando muitas vezes integrar arte e ambiente. Suas esculturas também mostram situações cotidianas, como pessoas andando de bicicleta. Para ver mais da arte de Gerstein, basta visitar o site oficial do artista. Por aqui, uma amostra.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Arte com lápis

E não é desenho, pintura. A sul-africana Jennifer Maestre faz esculturas com lápis, numa técnica inovadora e cujo resultado é super interessante.

Sua inspiração é na natureza, o que se percebe nas formas que constrói: muitas delas lembram flores ou animais. Veja algumas de suas esculturas, e o portfolio completo pode ser checado no site de Jennifer: http://www.jennifermaestre.com/portfolio.php


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Stuckismo: um movimento recente da arte contemporânea


Eu me considero leigo nas artes plásticas. Tento conhecer mais, ver estilos, ler sobre etc., mas meu conhecimento está aquém de um bom entendedor. Mas nas minhas usuais pesquisas na Internet descobri um movimento na arte contemporânea chamado de Stuckismo (Stuckism), movimento este que pretende lançar a arte como meio artístico mais vital para direcionamento dos temas atuais.



O stuckismo é uma refutação ao modernismos surgido no século XX. O nome surgiu quando a pintora Tracey Emin fez publicamente um insulto ao seu ex-namorado Billy Childish, dizendo "Suas pinturas são empacadas, você é empacado! Empacado! Empacado! Empacado!". Charles Thomson cunhou então o termo Stuckism e fundou o grupo, que tem um manifesto publicado em várias línguas, inclusive em português. Nesse manifesto é que se pode entender um pouco mais do que se propõe, entre outras coisas:


1. O Stuckismo é a busca pela autenticidade. Tirando a máscara da inteligência e admitindo onde estamos, o (a) Stuckista permite-se à expressão sem censura.
2. A pintura é o meio da autodescoberta. Engaja plenamente a pessoa com um processo de ação, emoção, pensamento e visão, revelando todos estes com profunda e implacável amplitude e detalhes.
4. Artistas que não pintam não são artistas.
7. O (a) Stuckista não é fascinado (a) pelos prêmios cintilantes, mas é sinceramente comprometido (a) no processo da pintura. O sucesso, para o (a) Stuckista, é levantar da cama pela manhã e pintar.
8. É dever do (a) Stuckista explorar suas neuroses e inocência através da elaboração de pinturas e exibindo-as em público, desta maneira enriquecendo a sociedade ao dar formas compartilhadas à experiência individual e forma individual às experiências compartilhadas.
13. O Stuckismo é anti 'ismo'. O Stuckismo não se torna um “ismo” porque Stuckismo não é Stuckismo, é stuck!
16. O (a) Stuckista abre mão da laboriosa tarefa de jogar com a novidade, o choque e o efeito. O (a) Stuckista não olha nem para trás nem para frente, mas é engajado (a) com o estudo da condição humana. Os Stuckistas patrocinam o método sobre a inteligência, realismo sobre abstração, conteúdo sobre o vazio, humor sobre perspicácia e pintura sobre presunção.
18. O (a) Stuckista opõe-se à esterilidade do sistema de paredes brancas nas galerias e clama por exposições que sejam mantidas em residências e museus mofados, com acesso a sofás, mesas, cadeiras e xícaras de chá. Os arredores onde a arte for experimentada (mais do que vista) não devem ser artificiais e vácuos.
20. O Stuckismo abraça a tudo que denuncia. Denunciamos somente o que pára no ponto de partida - o Stuckismo inicia no ponto de parada!

Para maiores informações, o site oficial do movimento traz bastante coisa para ser lida e vista: http://www.stuckism.com/

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Tudo sobre Tarsila





Hoje dei uma visitada no site oficial dedicado à Tarsila do Amaral, grande pintora do movimento modernista brasileiro. A página, que é bilíngüe, oferece um montão de informações: a biografia de Tarsila, suas obras, imagens e outras mais, além de ter toda a sua arte feita com as suas pinturas. Algumas curiosidades sobre a vida da pintora:


* Tarsila morou na cidade de Capivari, no interior de São Paulo, vinda de uma família rica de fazendeiros.
* Começou seus estudos em São Paulo, no colégio Sion, e os completou em Barcelona. Lá, com 16 anos, pinta seu primeiro quadro: Sagrado Coração de Jesus.
* Teve três relacionamentos mais relevantes: o primeiro, o casamento com André Teixeira Pinto, com quem teve sua filha Dulce; depois namorou Oswald de Andrade; por fim, passou a viver com o escritor Luís Martins, com quem passou mais de vinte anos juntos.
* Morou na França de 1920 a 1922, onde entrou em contato com várias pessoas do meio artístico.
* Em 22, passou a participar do grupo modernista brasileiro e fez parte do "grupo dos cinco", junto com Anita Malfati, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Pichia.
* Não participou da semana de 22, mas fez parte do movimento com um todo. Em 23 volta para a França, onde tem contato com outros artistas modernistas.
* Ainda na década de 20 começa a sua pintura "pau-brasil", com cores e inspiração brasileiras. Em 26 faz um dos seus mais famosos quartos, o Abaporu, um presente para Oswald, e marco do início do movimento antropofágico.
* Em 33 pinta o quadro "Operários", que dá início à sua pintura social.
* Nos anos 50 volta à temática pau-brasil.
* Falece em 17/01/73.

Conheça mais dessa incrível pintora na página oficial:

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Vah Gogh na sua casa

Quem é fã da obra de Van Gogh e quer colocar um pouco de sua arte dentro de casa, o site www.vangogh.com disponibiliza produtos como mousepads, canecas, pratos, camisetas e até sabonetes reproduzindo algumas de suas pinturas. Veja alguns deles.

Luminária



Caneca


Bolsa


Quebra-cabeça



Guarda-chuva